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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Cala a boca Prates

E o assunto do dia no Twitter, com direito a trending topic, é o triste comentário de Luiz Carlos Prases na RBS Santa Catarina. Deveria ser demitido sumariamente. Coloca a culpa dos acidentes de trânsito nos pobres e mal instruídos, como se não houvesse ricos ignorantes e imprudentes. Gente assim me dá nojo e medo do ser humano.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Mais gente do que se pensa é demitida por falar mal do "patrão"

E a polêmica do post anterior continua... Estima-se que uma pessoa é demitida a cada semana por criticar ou ofender direta ou indiretamente a empresa na qual trabalha, ou mesmo por dirigir comentários pouco abonadores a chefes e colegas. Dá para acreditar? As informações são do R7. E, o assunto tem dado o que falar no Twitter.

Empresas demitem quando são ofendidas nas redes sociais: quem é o demônio aí?

Uma notícia que gerou polêmica hoje e reverberou nas redes sociais da web diz respeito à demissão do jornalista Felipe Milanez, da revista National Geographic Brasil, pertencente ao Grupo Abril. A demissão ocorreu ontem, após críticas à conduta da revista Veja, pertencente ao mesmo grupo, postadas pelo jornalista em seu Twitter. No meio jornalístico, há opiniões contrárias e favoráveis à demissão. Advogados especialistas em direito digital defendem o direito das empresas demitirem um funcionário que se manifestar contra sua imagem. Eu confesso que lamento a demissão do colega, mas considero ingênuo o pensamento de que o grupo agiu de modo equivocado. Seria lindo praticar a liberdade de pensamento e expressão nas redes sociais mesmo quando se é atrelado a um grupo econômico que tem seus interesses sem ter de arcar com represálias depois. Mas esta não é a realidade. O preço de aceitar um emprego como o que tinha Felipe é acatar a lei da selva. Quer liberdade total? Vai trabalhar como autônomo, o que pode ser tão ou mais lucrativo, mas aí depende a que interesses o jornalista irá servir. Na verdade, liberdade total é algo difícil de conquistar, depende de nossos lugares de fala e dos constrangimentos que eles nos impõem, depende de nossos interlocutores, depende do meio que utilizamos para nos manifestar. Tudo bem que posso alegar que minha conta no Twitter diz respeito a mim enquanto pessoa física, independentemente da posição ou do papel que ocupo social ou institucionalmente. Mas, há mesmo como separarmos as coisas? Basta lembrar o episódio recente envolvendo um executivo de uma empresa da área de tecnologia. Ainda acho que a melhor saída para que coisas assim não se repitam é o bom senso, diálogo. Há que existir um acordo prévio entre funcionários e empresas no sentido de unificar o discurso, estabelecer as regras de comportamento nas redes sociais online e offline. Quem se achar tolhido, que peça demissão, maneire na verborragia ou, então, diga adeuas à Twitter e coisas do gênero.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Bem-vindos ao twitter


Esta semana o Maurício, meu colega de mestrado e de blogosfera, apresentou-me a nova coqueluche da web. Ele mesmo estava naquele momento descobrindo o novo "dispositivo", para usar um termo da moda na pesquisa em comunicação. À primeira vista, parecia até meio simplório, mas na medida em que comecei a ampliar minha rede de "following" e "followers", comecei a achar interessante. Aparece, do nada, gente muito bacana, que encontra algum post ou coment nosso em algum lugar da rede, e nos acessa no twitter. Ou seja, os encontros são por afinidade, e perdem o sentido se forem movidos apenas pela ânsia de mostrar números. Bem diferente do orkut, em que existe uma competição velada pra ver quem tem uma rede maior e onde a interação resume-se a contatos superficiais. No twitter, para quem ainda não conhece, você segue e é seguido por outros membros através da postagem de pequenos textos ou links que abrem uma gama enorme de outras trocas. Um "update" no twitter pode me levar a um blog, a um site de notícias que eu não conhecia, a uma outra rede social, enfim, uma infinidade de possibilidades hipertextuais. Confesso que já estou viciada! Depois do msn, é o meu segundo atalho ao conectar o pc. Já desbancou o orkut, que acesso mais por hábito do que por verdadeiro interesse. Quem quiser saber mais sobre as possibilidades, leia os posts do Maurício em http://turbilhaoideias.blogspot.com/.